My music!!



terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

os sonhos concretizam-se

12º Capitulo:

Enquanto me arrumava para sair finalmente daquele sitio pensava em como é que em tão pouco tempo um desejo de anos se tinha concretizado, eu por fora não mostrava tanto, mas por dentro estava eufórica com o que tinha acontecido há uns minutos atrás na casa de banho, mesmo mostrando a minha felicidade por fora, por dentro estava mil vezes melhor, mil vezes mais eufórica, sinceramente não sei explicar o que sentia naquele momento, era uma mistura de felicidade, euforia, mas ao mesmo tempo também medo, medo de que ele me magoa-se porque já conhecia bem de mais a sua fama de mulherengo, mas mesmo assim decidi deixar-me levar, ver até onde durava esta relação. Nunca fui de namorar muito, sempre dei mais importância á minha independência, mas o que eu sentia pelo Tom nunca tinha sentido por namorado nenhum, o que eu sentia por ele era amor com sexo o que já não existia muito entre os casais de hoje em dia e nós somos muito parecidos em muita coisa, gostamos da mesma musica, das mesmas cores, das mesmas comidas, ambos não gostamos de exercício nem de ler, ambos temos o vicio de fumar, gostamos das mesmas bebidas e gostamos do mesmo tipo de dança, no fundo sentia-me verdadeiramente alma gemia dele. Quando dei por mim estava especada a olhar o meu reflexo no espelho do WC do meu quarto e perguntava-me o que é que ele tinha visto em mim e se era apenas o meu corpo que ele tinha cede de tocar, ok tinha um peito grandinho, bem formado, tinha um rabo redondinho, mas também grandinho, tinha curvas muito bem formadas, mas mesmo assim perguntava-me se ele só tinha visto isso em mim, curvas bem definidas. Eu não quero que ele me veja apenas assim, quero que ele veja a pessoa que eu sou realmente, eu sei os atributos que tenho por fora, mas sei principalmente os atributos que tenho cá dentro e posso jurar que são muito melhores do que os de fora. De repente sou acordada dos meus pensamentos ao baterem á porta.
-Já vou. Digo vestindo a ultima peça que restava.
-Rita despacha-te, o médico já está aqui. Diz o Tom do outro lado da porta.
-Ok Tom já vou. São só dois minutos. Grito arranjando um pouco o meu cabelo.
-Ok. Diz ele.
Depois de estar finalmente pronta voltei costas ao meu reflexo e levei a minha mão a maçaneta da porta, rodando a minha mão ligeiramente para a direita e puxei a porta para mim, ela abriu-se. Quando saí do WC vi o Tom a falar com o médico, mas logo que me viu veio ao meu encontro e depositou um leve beijo nos meus lábios.
-Estas bem, linda? Pergunta-me ele.
-Estou. Porque não deveria estar? Pergunto.
-Não sei. Demoras-te tanto tempo lá dentro. Afirma ele.
-Oh, desculpa meu crido, é que eu por momentos perdi-me nos meus pensamentos. Digo.
-Adorava saber o que estives-te a pensar. Diz colocando os seus lábios ao lado do meu ouvido direito.
-Um dia conto-te. Digo sorrindo.
Depois disso desloquei-me até onde o doutor que se encontrava ao pé da porta do quarto.
-Então doutor, posso ir-me embora? Pergunto.
-Claro que sim menina Rita, mas junto com a sua alta vai uma receita de um soprei que deverá por sempre que lhe der essas dores na perna e quando isso acontecer deverá esperar, repousada que o soprei faça o seu enfeito, ok? Pergunta o doutor.
-Ok doutor, tudo bem. Digo.
-Eu tomo conta dela doutor! Diz Tom sorrindo.
-Muito bem! Tem aqui a sua receita e a sua alta levanta lá fora. Diz o doutor colocando-me uma folha branca na mão.
-Obrigada doutor! Agradeço, apertando a mão ao Sr. de bata branca.
-De nada, ora essa, é o meu trabalho. Retribui o aperto de mão.
Depois de agradecer é a vez do Tom, também ele agradece a hospitalidade ao doutor e logo de seguida sai-mos do quarto e dirigimo-nos até ao elevador, o Tom após entrar-mos no elevador e as portas se fecharem coloca-me contra uma das paredes do mesmo e começou a beijar-me com paixão e fúria. Eu estava encantada e como é obvio queria aquilo e muito mais, mas tive de resistir e afastei-o.
-O que é que se passa? Pergunta confuso.
-Não fiques com essa cara. Eu também quero e muito, mas aqui é muito mau. Estamos num elevador e ainda por cima de um hospital, pode entrar alguém a qualquer momento e ver-nos nestes preparos, não seria muito agradável. Digo vendo a cara dele triste.
-Acho que tens razão, mas eu QUERO tanto terminar o que começa-mos á pouco. Diz com o olhar cheia de desejo.
-Então, mas nós vamos terminar e recomeçar as vezes que TU quiseres. Eu também quero tanto como tu, Tom. Espera mais um pouco e garanto-te que não te vais arrepender, lá sim eu vou mostrar-te como realmente sou. Digo com malícia.
-Ai, eu não acredito, tu assim vais deixar-me louco! Diz voltando a beijar-me.
-Tom, pára! Aguenta! Vais ver que ao aguentares tudo vai sair muito melhor do que tu pensas. Digo rindo e agora sou eu que o beijo, mas rapidamente paro, mas de propósito.
-Realmente queres deixar-me louco! Muito bem, como queiras, mas depois não te queixes. Diz fazendo cara de amuado.
-Tenho a certeza que não me vou arrepender NADA. Digo isto muito pausadamente olhando sempre para os seus olhos.
-Aí… tu deixas-me tão louco!!! Diz voltando a agarrar-me.
Eu voltei a empurrar o Tom, ele ficou um pouco amuado, mas lá se controlou e pouco depois chegamos finalmente ao piso 0. Quando saímos, o Tom colocou o seu braço á volta da minha cintura e eu fiz o mesmo, mas de repente enquanto nos estávamos a dirigir para a porta do hospital ele larga a minha cintura e agarra na minha mão começando de seguida a correr.
-O que é que se passa? Para onde é que me levas? Pergunto eu sem perceber o porque daquela correria.
-Estou a sequestrar-te! Diz parando e com um olhar malicioso.
-Mas para onde é que me levas? Volto a perguntar.
-Para o hotel, não podemos perder mais tempo! Eu não sei se consigo aguentar isto por muito mais tempo. Diz voltando a correr.
Finalmente percebendo porque daquela correria toda não consegui aguentar e soltei uma valente gargalhada. Quando chegamos ao parque de estacionamento o Tom larga a minha mão para poder tirar as chaves do bolso e abrir o carro. O seu R8 faz um leve barulho á avisar que o alarme está desligado e ele vem ao meu lado e abre-me a porta.
-Que querido! Obrigada! Digo eu agradecendo-lhe com um beijo.
-De nada. Por ti faço tudo! Diz sorrindo e fechando a porta.
Depois de já sentada naqueles bancos super confortáveis e fofos e de a minha porta estar fechada ele passa pela frente do carro em passos largos e abre a sua porta, entrando, colocando a chave na ignição e pondo-o a trabalhar. Quando já tinha-mos os cintos postos e ele se preparava para arrancar lembrei-me de uma coisa muito importante.
-Tom espera! Digo eu com ar de preocupada.
-O que é que se passa? Que cara é essa? Pergunta ele olhando a minha cara de preocupação.
-Com isto tudo nunca mais me lembrei. Esqueci-me de levantar a minha alta. Digo olhando para ele.
-UPS, pois é. Não te preocupes, eu levo-te até á porta do hospital e vais lá num estantinho busca-la. Eu até iria lá por ti, mas tu tens que assinar o papel em como levantaste a alta e isso eu não posso fazer por ti. Diz ele acelerando em direcção á porta do hospital.
-Oh, não te preocupes com isso meu amor, eu vou lá e volto muito rápido para os teus braços! Digo eu sorrindo.
-(sorri). Desculpa amor. A culpa foi minha, eu é que não consigo aguentar este desejo todo, parece que vou rebentar. Diz ele tristonho.
-Oh meu amor, não penses nisso, a culpa não foi tua. Eu consigo perceber como te sentes, mas eu prometo que sou rápida e que depois vamos direitinhos para o hotel para te arrancar esse desejo todo! Digo eu dando-lhe um leve beijo na face.
-(sorri). Obrigada. Foste a coisa mais… preciosa que encontrei! Diz ele retirando uma das mãos do volante e vindo ao encontro com uma das minhas.
-AMO-TE MUITO Tom! Não fazes ideia de quanto eu te amo! Amo-te desde da primeira vez que te vi e não me arrependo nada! Digo eu agarrando na sua mão e beijando-a.
-Mesmo sabendo como é que eu era? Pergunta ele retribuindo o beijo que lhe tinha dado na minha mão.
-Eu nunca acreditei naquilo que mostravas ser. Digo eu ainda segurando na sua mão.
-Não??? Pergunta ele admirado.
-Não! Eu sabia que eras mulherengo, convencido, que te achavas o melhor em tudo, que não acreditavas no amor verdadeiro, mas também sabia que quando encontrasses a rapariga perfeita, a que mexe-se com o teu coração, tudo o que tinhas escondido iria sair cá para fora. E não te vou mentir que sempre sonhei que essa rapariga fosse eu, não tenho porque te mentir. Digo eu dando conta que já estávamos parados mesmo em frente da porta do hospital.
-Amas-me assim tanto? Diz ele agora olhando nos meus olhos.
-Nem imaginas o quanto! Digo eu muito concentrada no seu olhar.
-É verdade que me despertas sentimentos diferentes que nunca senti por outra rapariga, mas eu não tenho a certeza se é amor ou não. Eu preciso de pensar. Diz ele agarrando-me nas mãos de novo e baixando o olhar.
-Tom?! Digo eu levando a minha outra mão ao seu queixo e elevando o seu olhar até ao meu. -Eu prefiro que tenhas a certeza e que o digas com sentimento do que sejas falso comigo e me enganes em relação aos teus sentimentos. Pensa o tempo que quiseres, eu não tenho pressa nenhuma, apenas quero estar contigo o mais tempo possível. Digo eu olhando nos seus olhos e depositando um beijo nos seus lábios.
-Rita… Adoro-te muito e quero que estejas sempre comigo! Diz ele retribuindo o meu beijo.
-Tom…? Neste momento não sei se a palavra amo-te é suficiente para designar todo o sentimento que o meu coração nutre por ti, nunca me senti assim por ninguém, por nenhum outro namorado, … ou melhor, o que eu sinto por ti não se aplica a NENHUM dos meus namorados. Digo eu concentrada nos seus olhos castanhos-claros.
-Rita… Eu…  Diz ele sem saber o que dizer.
Por momentos ficamos ambos fixados no olhar um do outro sem pestanejar uma única vez. Até que ele se aproxima de mim muito lentamente e sem eu estar á espera sussurra-me ao ouvido amo-te, eu nesse momento fiquei em choque, mas ao velo recuar e se fixar apenas no meus olhos, voltei a mim.
-Tens a certeza? Pergunto escondendo a minha felicidade.
-Absoluta! Tu és a mulher por quem eu esperei estes anos todos. Diz ele aproximando-se de mim novamente, mas desta vez depositou um suave beijo nos meus lábios.
Enquanto as nossas línguas dançavam ao som da mesma música, nos cantos dos meus olhos nasciam varias gostas de água salgada que saltitavam pelo meu rosto a baixo. Quando ele quebrou o beijo e olhou para mim, viu que da minha face escorriam varias lágrimas, lágrimas essas de pura felicidade. Eu continuava a olhar para os seus olhos, esses neste momento pareciam puros e verdadeiros brilhantes. Estava tão fascinada com o brilhar dos seus olhos que já nem sabia se estava ou não a chorar, mas o Tom confirmou-me quando levantou a sua mão direita e com o seu polegar me secou muito suavemente o rosto.
-Porque é que estas a chorar? Pergunta-me ele com preocupação escrita no seu rosto.
-Por… Pura felicidade! Eu Amo-te tanto, mas tanto! Digo eu abraçando-o com força.


Bom pesso muita desculpa pelo atraso, mas tive algum tempo sem net em casa =/
Mas ja tenho de novo, mas nao sei kuando e ke posto o proximo.
Estou um pouco atrasada na historia, mas logo ke possa posto!
Beijinhos*** 



sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Os sonhos concretizam-se

11º Capitulo:           



Eu deitei um leve sorriso e levei-o para a casa de banho. Lá dentro voltei-me de frente para ele e envolvi os meus braços á volta do seu pescoço e seduzi-o com o meu olhar. Com isso ele agarrou-me nas ancas e começou a puxar-me para trás onde se encontrava o duche, esse tinha uma porta simplesmente em vidro. O Tom enquanto agarrava as minhas ancas beijava-me com muito fervor. Comecei a pensar enquanto as nossas línguas dançavam ao mesmo ritmo, pensava em como é que o meu maior sonho se tinha concretizado e mais ainda, como era possível ele estar a sentir o mesmo que eu, pelo menos era o que eu pensava, e acho que o que eu estava a sentir em relação a ele gostar de mim não era mentira. Quando acordei dos meus pensamentos ele tinha a sua mão direita posta na porta de vidro, pronto para a abrir já eu continuava a beija-lo e ele correspondia sem pensar em mais nada. Ao abrir a porta de vidro ele pegou-me ao colo e eu arqueei as minhas pernas e cruzei-as a volta da cintura dele, ele entrou comigo lá para dentro e abriu a torneira para o lado quente, enquanto a água quente entrava em contacto com a nossa pele eu continuava a beija-lo, mas ao mesmo tempo passava-lhe as minhas mãos pelas costas, a água quente em contacto com a nossa pele estava a provocar-nos uma sensação de êxtase o que fez com que o seu membro fica-se erecto e me volta-se a penetrar. Ele ao fazer-me aquilo senti-me desejada e uma força que eu nunca tinha sentido cresceu dentro de mim e enquanto ele me penetrava as nossas respirações iam ficando mais agressivas e eu estava com um desejo tão grande dentro de mim que tinha de a meter cá para fora, mas eu não sabia como, beijei-o e cravei as minhas unhas nas suas costas.

Porque é que fui cravar as minhas unhas nas costas dele? Sou mesmo estúpida, ainda fui fazer pior.

Ele ao cravar-lhe as minhas unhas nas suas costas começou a penetrar com muito mais forca e velocidade, o desejo que eu tinha e que já tinha baixado um bocadinho por causa de lhe ter cravado as unhas nas costas aumentou, e aumentou cada vez mais. Eu não podia fazer nada, qualquer coisa que eu fixe-se neste momento só ia fazer com que o seu desejo aumenta-se mais.

As nossas respirações estavam cada vez mais ofegantes e nós estávamos quase a chegar ao auge quando de repente ouvi-mos alguém a bater a porta, mas como é óbvio nós não liga-mos e continuamos o que estávamos a fazer, mas de repente eu dei-me conta de um pequeno pormenor.
-Tom… Digo agarrando na sua cara com as duas mãos.
-Sim?! Diz o Tom respirando fundo no meu pescoço.
-Estão a bater á porta. Digo com a minha respiração a voltar ao normal.
-E depois?? Diz o Tom.
-Tom… Olha para mim?! Digo.
Ele olha para mim com a cara e o corpo todo molhado e respirando apenas pela boca por causa do cansaço.
-Nós não estamos nem em casa, nem no hotel… estamos num hospital. Digo dando uma gargalhada dando-me conta finalmente do que tinha feito.
- (Gargalhada) Pois é! Tens razão! Diz novamente dando gargalhadas.
- Não te rias?! E agora??? Tenho de ir abrir a porta. Digo olhando para ele.
-Então, qual é o problemas? Abres. Diz ele.
-Aí é?? Como é que eu vou abrir a porta contigo cá dentro? Pergunto.
-Abre! Ele não me vai ver. Eu fico cá dentro da casa de banho e quando ele for embora eu saio. Diz ele.
-Ok. Digo não muito confiante.
Depositei-lhe um beijo nos lábios e saí do duche, colocando um robe em redor do meu corpo, enquanto isso ele olhava para mim com todo aquele desejo que tinha nos seus olhos e eu aproximei-me ao velo.
-Aguentas mais umas horas? Pergunto sorrindo e olhando no fundo dos seus olhos.
-Desculpa? Diz o Tom não percebendo a minha pergunta.
- (sorri) Se aguentas mais umas horas esse desejo todo que tens nos olhos, esse poder todo que tem por me possuir? Pergunto olhando nos olhos dele.
-Ah… claro que aguento, mas vai ser muito difícil. Diz ele sorrindo.
-Pois… imagino, para vocês é muito difícil interromper ou aguentar esse desejo todo. Digo triste.
-Não é isso, minha linda. Diz ele.
Aí meu deus! Ele disse “minha linda”!
-Então é o que? Pergunto.
-É que… cada vez que te vejo deixas-me louco, por isso não vai ser muito difícil recuperar todo este desejo. Diz ele sorrindo.
-A serio?! Pergunto.
-claro! Logo retomamos. Diz ele no meio de uma gargalhada.
Eu sorri e dei-lhe um valente beijo nos lábios, depois dos nossos lábios se separarem eu olhei nos seus olhos e quebrei o silêncio.
-Tom…?! Digo suspirando.
-Diz?! Diz ele olhando bem no fundo dos meus olhos.
-AMO-TE! AMO-TE MUITO! Digo com os olhos a brilhar.
O Tom fica em estado de choque por uns segundos a olhar para mim e com isso eu agarro na sua cara com as duas mãos e beijo-o apaixonadamente. Quando o beijei ele não retribui porque ainda estava em choque, mas depois de voltar ao normal envolveu os seus braços a volta da minha cintura, puxou-me para cima e começou às voltas comigo e ao mesmo tempo beijava-me loucamente. O que eu sinto neste momento é inexplicável, sinto-me imensamente feliz! Depois disso ele volta a colocar-me no chão e dá-me um último beijo.
-Até já! Digo eu.
-Até já… meu amor! Diz ele com um sorriso meigo.
-O que? Pergunto eu.
Ele sorri, olhando no fundo dos meus olhos e repete o que era musica para os meus ouvidos.
-Meu amor! Repete ele.
-Aí, eu amo-te tanto Tom! Digo eu abraçando-o e dando-lhe um suave beijo nos lábios.
Enquanto isso o doutor do outro lado da porta do meu quarto continuava a bater e como eu ainda não tinha respondido nem aberto a porta ele estava com medo que tivesse acontecido alguma coisa. Quando ele ia chamar o segurança para arrombar a porta abri-a e lá estava ele mesmo á minha frente com cara de poucos amigos, ele estava mesmo muito chateado comigo.
-Desculpe ter demorado tanto. Digo eu arrependida.
-E porque é que demorou tanto? Pergunta o doutor.
-Porque hoje acordei muito bem-disposta, com uma enorme vontade de sair daqui! Digo eu gozando com ele.
-E o que é que tem isso a ver com a porta fechada? Pergunta o doutor.
-É que… Digo pensando em qualquer coisa. Adoro tomar banho logo pela manhã e desde de pequena que fecho a porta do meu quarto para poder ficar mais á vontade. Digo receosa de ele não acreditar.
-hum… que seja. Diz o doutor não acreditando lá muito.
-Obrigada e desculpe. Digo eu.
-Tudo bem. Eu vim cá dizer-lhe para se preparar que a sua alta esta pronta, vou agora busca-la para rubrica-la. Volta já. Diz o doutor.
-Ok. Muito obrigado doutor. Eu vou preparar-me. Digo eu.
-Ok. Diz o doutor afastando-se.
Depois de ele se ir embora eu fecho a porta e encosto-me a ela, logo de seguida aparece o Tom que corre para mim, me abraça e me beija.
- És tão linda! Adoro-te! Diz o Tom.
-Eu acho que ele não acreditou muito, mas também não quis fazer mais perguntas. Digo eu sorrindo.
-Não interessa. Quando ele chegar e me vir aqui, eu posso dizer que cheguei enquanto ele tinha ido buscar a tua alta. Diz o Tom.
-Parece-me bem! Digo eu beijando-o. Agora preciso de me arranjar.
-Ok. Eu espero por ti aqui. Diz o Tom.  

Continua!

Espero que gostem do 11º Capitulo!!!
Beijinhos***

domingo, 24 de janeiro de 2010

Os sonhos concretizam-se

10º Capitulo:

-Assim! Digo eu agarrando-lhe na mão e chegando-o mais para mim. Ele percebe o que é que eu quero e continua a aproximar-se devagar, coloca a sua mão esquerda na minha face e toca suavemente com os seus lábios nos meus, beijando-me com suavidade e carinho, aí descobri que ele sentia o mesmo que eu sentia por ele, então coloquei os meus braços ao redor do pescoço dele e aí o nosso beijo tornou-se mais rápido e furioso. Ele ao mesmo tempo que nos estávamos a beijar sentou-se a beira da cama para poder-mos estar ao mesmo nível, as coisas estavam a aquecer e ele desceu a sua mão da minha face até á minha cintura, onde ele desejava tocar desde que me tinha conhecido, mas quando ele ia avançar mais bateram á porta e entraram, nós muito atrapalhados descolamo-nos e automaticamente levamos a mão á boca. A Marisa e o Bill quando entraram repararam que alguma coisa tinha acontecido e que tinham interrompido, com isso trocaram olhares, mas não ligaram ao sucedido.
-Então miga? Como é que estas? Pergunta a Marisa.
- (silencio). Agora melhor! Digo eu olhando para o Tom.
-Ainda bem! Fiquei tão aflita, nem imaginas. Diz a Marisa.
-Não te preocupes. Eu agora estou bem e tudo graças ao meu salvador! Digo eu olhando novamente para o Tom.
-Muito obrigada Tom por teres salvado a Rita! Agradece a Marisa.
-De nada! Faria tudo outra vez! Afirma o Tom olhando para mim.
-Bom… quando é que saio daqui? Pergunto eu ansiosa.
-Bom mana… o médico diz que é melhor ficares aqui até amanhã. Diz a Marisa.
-yh a serio? Marisa, tu sabes que eu não gosto nada de hospitais. Digo eu.
-Eu sei linda, mas tem de ser. Ele diz que amanhã de manhã te dá a alta. Diz a Marisa.
-Então porque é que não dá hoje? Pergunto eu.
-Vá lá Rita, não sejas teimosa. Diz a Marisa.
-Ok ok. Digo eu virando a cara.
-Bom mana, nós vamos voltar para o Hotel e amanhã bem cedo estamos aqui para te vir buscar ok? Pergunta a Marisa.
-Ok. Por mim tudo bem. Digo eu.
-Ok, então até amanhã! Dorme bem! Diz a Marisa.
-Xau. Digo eu.
Depois saem todos e lá fora eles conversam todos entre si.
-Bom… Tom agora entre nós, ela está bem não está? Pergunta a Marisa.
-Sim, ela está bem! Está melhor do que nós. Diz o Tom na brincadeira.
-Ok, ainda bem! Estava mesmo assustada. Diz a Marisa.
-Bom… Vamos? Pergunta o Bill.
-Vão vocês, eu fico. Diz o Tom.
-Mas porque? Pergunta o Bill.
-Não a quero deixar sozinha ok? Pergunta o Tom.
-Ok tudo bem. Diz o Bill.
-Assim sinto-me melhor Bill, com o Tom aqui. Deixa-o ficar. Diz a Marisa.
-Eu deixo. Ele já tem idade suficiente para fazer o que quer. Diz o Bill.
Riem-se todos.
-Bom até amanhã. Se acontecer alguma coisa avisa, seja á hora que for. Diz a Marisa.
-Ok, eu aviso, não se preocupem. Diz o Tom.
-Xau. Diz a Marisa.
-Xau mano. Diz o Bill
-Adeus. Diz o Tom pós dois.
O Tom entra de novo no meu quarto onde eu me encontrava a dormir. Ele chega-se ao pé de mim tentando não fazer muito barulho e começa a olhar para mim, relembrando o que tinha acontecido antes do seu irmão e a Marisa terem entrado. Tinha um pequeno brilho nos olhos e logo de seguida coloca a sua mão direita no meu rosto, fazendo-me festas circulares com o dedo indicador. Depois disso vai buscar uma cadeira que se encontra ao pé da porta e coloca-a ao pé da minha cama, senta-se e agarra na minha mão dando-lhe um beijo suave, mas como eu tenho um sono muito leve, qualquer coisa me acorda, eu despertei.
-É só aí que desejas beijar? Pergunto eu.
-O que? Pergunta o Tom.
-sabes uma coisa Tom? Nunca foi pessoa de deixar coisas por fazer! Digo eu.
-O que queres dizer com isso? Pergunta o Tom.
-Que sou como tu. Se posso fazer hoje para que deixar para amanhã?! Digo eu.
-Continuo sem perceber. Diz o Tom fazendo de conta que não estava a perceber.
Olhei para ele pelo canto dos olhos. Ele olha para mim e mordisca o lábio inferior, eu levanto-me da cama e dirijo-me até á porta rodando a chave e fechando a porta.
Ele sorri com ar de perverso e vem andando até mim em pequenos passos, eu faço o mesmo e quando estamos os dois frente-a-frente, ele sobe as suas mãos até as minhas ancas e começa a aproximar-se do meu rosto.
-Tens a certeza disto, não tens? Pergunta o Tom.
-Certeza como eu ser tua fã! Não imaginas como eu esperei por isto! Digo eu sorrindo.
Então, ele coloca uma das suas mãos nas minhas costas e num movimento brusco puxa-me para si e começa a beijar-me o pescoço e de seguida passa para a minha boca, onde me agarra com força e invade a minha boca com a sua língua. Ele começou a despir a bata (a que os doentes vestem) que eu tinha vestido e colocou a sua mão esquerda por baixo da mesma e muito lentamente retirou-a e deixou-me completamente nua, com muita suavidade ele passava as suas mãos pelo meu corpo nu, depois de ele perceber que eu estava a ficar sem fôlego parou de me beijar, e de seguida passou para o meu pescoço e lá ele beijo-me e deu-me pequenas mordidelas, com isso eu puxei-o para cima de mim e ambos nos deitamos na cama. Ele estava a deixar-me louca com aqueles beijos doces, mas furiosos ao mesmo tempo. Eu sabia que ele tinha a fama de garanhão, mas nunca ninguém me tinha tirado da cabeça que ele no fundo era doce e meigo e eu estava a comprovar isso agora mesmo. Quando despertei dos meus pensamentos ele estava a passar os seus lábios pelos meus seios e eu dava pequenos gemidos de loucura, até que ele foi descendo até á minha barriga, e foi beijando devagar e suavemente pelos sítios por onde passava. Mas eu não queria só beijos doces e suaves, eu queria que os nossos corpos se unissem num só e que ele me possuí-se até alcançar o êxtase. Com isso eu resolvi tomar o controlo e coloquei-me por cima dele e beijei-o. Mas como ele tinha o dobro da minha força ele conseguiu colocar-se de novo na liderança, eu não tenho a certeza, mas acho que vi o Tom deitar um sorriso de vencedor quando voltou a estar em cima de mim. Ele continuou a beijar-me, e ao mesmo tempo abriu-me as pernas e penetrou-me sem dó nem piedade, ele entrou e saiu de dentro de mim uma vez, duas vezes e várias vezes, com esse acto eu comecei a gemer, a gemer muito até que ele me tapou a boca com a sua mão para eu não gritar tão alto, eu não me podia esquecer que estava num hospital, ai dei-me conta que eu só podia estar louca em estar a ter relações sexuais numa cama de hospital, mas neste momento eu não podia, nem queria parar por isso, abstrai-me dos meus pensamentos e continuei o que estava a fazer. Eu continuava a gemer, mas agora mais baixo para que ninguém ouvisse, o Tom continuava a penetrar-me, ele tinha a pele molhada, estava a transpirar. Eu queria senti-lo mais fundo e as minhas mãos como se tivesse vontade própria deslocaram-se até às sua costas e com as minhas unhas arranho-lhe as costas, de seguida desloco as minhas mãos levemente até á sua anca e pressiono-a com força para mim, ele percebe o meu sinal e penetra-me com mais força e rapidez, eu nesse momento tenho vontade de “subir” às paredes e para que o seu membro me penetra-se com mais força eu abri mais as minhas pernas, ele entrou e saiu de dentro de mim varias vezes, mas desta vez com mais força. Depois de ele me penetrar vezes sem conta finalmente chegamos ambos ao clímax. Ambos estávamos com os corpos suados e com as respirações alteradas e como a cama era pequena para nós os dois cabermos lá, ele teve que continuar por cima de mim. A respiração dele é acelerada e muito profunda e a minha também, ambos estamos super cansados. Ele afunda o seu rosto no meu pescoço e o ar que sai do seu nariz e da sua boca provoca-me um arrepio na pele, e isso provocou-me uma grande satisfação. Quando a minha respiração começou a ficar mais controlada deu-me uma grande vontade de repetir tudo outra vez, mas desta vez não queria que fosse ali, então lembrei-me que o meu quarto tinha casa de banho, tentei escorregar para fora da cama e coloquei-me de pé, ele virou-se e começou a olhar para o meu corpo nu apreciando as minhas curvas bem delineadas. Eu num movimento suave levei a minha mão na sua direcção. Ele olhou para ela e depois para mim.
-Onde é que queres ir? Pergunta-me o Tom.
-Confia em mim e vem! Digo eu.
Ele deposita a sua mão na minha e puxo a sua mão fazendo com que ele se levante e que fiquemos os dois frente a frente completamente nus. Agarrando ainda na sua mão viro-lhe costas e dirijo-me para a porta da casa de banho.
-O que tens em mente? Pergunta o Tom olhando com aquele olhar perverso que eu tanto gosto e mordendo o lábio inferior. 

Continua!

Posto agora o 10º Capitulo, espero que gostem!
Este tem as esperadas canas que toda a gente gosta de ler xDD
Beijinhos***
[Espero que gostes Ren xD]