My music!!



sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Os sonhos concretizam-se

11º Capitulo:           



Eu deitei um leve sorriso e levei-o para a casa de banho. Lá dentro voltei-me de frente para ele e envolvi os meus braços á volta do seu pescoço e seduzi-o com o meu olhar. Com isso ele agarrou-me nas ancas e começou a puxar-me para trás onde se encontrava o duche, esse tinha uma porta simplesmente em vidro. O Tom enquanto agarrava as minhas ancas beijava-me com muito fervor. Comecei a pensar enquanto as nossas línguas dançavam ao mesmo ritmo, pensava em como é que o meu maior sonho se tinha concretizado e mais ainda, como era possível ele estar a sentir o mesmo que eu, pelo menos era o que eu pensava, e acho que o que eu estava a sentir em relação a ele gostar de mim não era mentira. Quando acordei dos meus pensamentos ele tinha a sua mão direita posta na porta de vidro, pronto para a abrir já eu continuava a beija-lo e ele correspondia sem pensar em mais nada. Ao abrir a porta de vidro ele pegou-me ao colo e eu arqueei as minhas pernas e cruzei-as a volta da cintura dele, ele entrou comigo lá para dentro e abriu a torneira para o lado quente, enquanto a água quente entrava em contacto com a nossa pele eu continuava a beija-lo, mas ao mesmo tempo passava-lhe as minhas mãos pelas costas, a água quente em contacto com a nossa pele estava a provocar-nos uma sensação de êxtase o que fez com que o seu membro fica-se erecto e me volta-se a penetrar. Ele ao fazer-me aquilo senti-me desejada e uma força que eu nunca tinha sentido cresceu dentro de mim e enquanto ele me penetrava as nossas respirações iam ficando mais agressivas e eu estava com um desejo tão grande dentro de mim que tinha de a meter cá para fora, mas eu não sabia como, beijei-o e cravei as minhas unhas nas suas costas.

Porque é que fui cravar as minhas unhas nas costas dele? Sou mesmo estúpida, ainda fui fazer pior.

Ele ao cravar-lhe as minhas unhas nas suas costas começou a penetrar com muito mais forca e velocidade, o desejo que eu tinha e que já tinha baixado um bocadinho por causa de lhe ter cravado as unhas nas costas aumentou, e aumentou cada vez mais. Eu não podia fazer nada, qualquer coisa que eu fixe-se neste momento só ia fazer com que o seu desejo aumenta-se mais.

As nossas respirações estavam cada vez mais ofegantes e nós estávamos quase a chegar ao auge quando de repente ouvi-mos alguém a bater a porta, mas como é óbvio nós não liga-mos e continuamos o que estávamos a fazer, mas de repente eu dei-me conta de um pequeno pormenor.
-Tom… Digo agarrando na sua cara com as duas mãos.
-Sim?! Diz o Tom respirando fundo no meu pescoço.
-Estão a bater á porta. Digo com a minha respiração a voltar ao normal.
-E depois?? Diz o Tom.
-Tom… Olha para mim?! Digo.
Ele olha para mim com a cara e o corpo todo molhado e respirando apenas pela boca por causa do cansaço.
-Nós não estamos nem em casa, nem no hotel… estamos num hospital. Digo dando uma gargalhada dando-me conta finalmente do que tinha feito.
- (Gargalhada) Pois é! Tens razão! Diz novamente dando gargalhadas.
- Não te rias?! E agora??? Tenho de ir abrir a porta. Digo olhando para ele.
-Então, qual é o problemas? Abres. Diz ele.
-Aí é?? Como é que eu vou abrir a porta contigo cá dentro? Pergunto.
-Abre! Ele não me vai ver. Eu fico cá dentro da casa de banho e quando ele for embora eu saio. Diz ele.
-Ok. Digo não muito confiante.
Depositei-lhe um beijo nos lábios e saí do duche, colocando um robe em redor do meu corpo, enquanto isso ele olhava para mim com todo aquele desejo que tinha nos seus olhos e eu aproximei-me ao velo.
-Aguentas mais umas horas? Pergunto sorrindo e olhando no fundo dos seus olhos.
-Desculpa? Diz o Tom não percebendo a minha pergunta.
- (sorri) Se aguentas mais umas horas esse desejo todo que tens nos olhos, esse poder todo que tem por me possuir? Pergunto olhando nos olhos dele.
-Ah… claro que aguento, mas vai ser muito difícil. Diz ele sorrindo.
-Pois… imagino, para vocês é muito difícil interromper ou aguentar esse desejo todo. Digo triste.
-Não é isso, minha linda. Diz ele.
Aí meu deus! Ele disse “minha linda”!
-Então é o que? Pergunto.
-É que… cada vez que te vejo deixas-me louco, por isso não vai ser muito difícil recuperar todo este desejo. Diz ele sorrindo.
-A serio?! Pergunto.
-claro! Logo retomamos. Diz ele no meio de uma gargalhada.
Eu sorri e dei-lhe um valente beijo nos lábios, depois dos nossos lábios se separarem eu olhei nos seus olhos e quebrei o silêncio.
-Tom…?! Digo suspirando.
-Diz?! Diz ele olhando bem no fundo dos meus olhos.
-AMO-TE! AMO-TE MUITO! Digo com os olhos a brilhar.
O Tom fica em estado de choque por uns segundos a olhar para mim e com isso eu agarro na sua cara com as duas mãos e beijo-o apaixonadamente. Quando o beijei ele não retribui porque ainda estava em choque, mas depois de voltar ao normal envolveu os seus braços a volta da minha cintura, puxou-me para cima e começou às voltas comigo e ao mesmo tempo beijava-me loucamente. O que eu sinto neste momento é inexplicável, sinto-me imensamente feliz! Depois disso ele volta a colocar-me no chão e dá-me um último beijo.
-Até já! Digo eu.
-Até já… meu amor! Diz ele com um sorriso meigo.
-O que? Pergunto eu.
Ele sorri, olhando no fundo dos meus olhos e repete o que era musica para os meus ouvidos.
-Meu amor! Repete ele.
-Aí, eu amo-te tanto Tom! Digo eu abraçando-o e dando-lhe um suave beijo nos lábios.
Enquanto isso o doutor do outro lado da porta do meu quarto continuava a bater e como eu ainda não tinha respondido nem aberto a porta ele estava com medo que tivesse acontecido alguma coisa. Quando ele ia chamar o segurança para arrombar a porta abri-a e lá estava ele mesmo á minha frente com cara de poucos amigos, ele estava mesmo muito chateado comigo.
-Desculpe ter demorado tanto. Digo eu arrependida.
-E porque é que demorou tanto? Pergunta o doutor.
-Porque hoje acordei muito bem-disposta, com uma enorme vontade de sair daqui! Digo eu gozando com ele.
-E o que é que tem isso a ver com a porta fechada? Pergunta o doutor.
-É que… Digo pensando em qualquer coisa. Adoro tomar banho logo pela manhã e desde de pequena que fecho a porta do meu quarto para poder ficar mais á vontade. Digo receosa de ele não acreditar.
-hum… que seja. Diz o doutor não acreditando lá muito.
-Obrigada e desculpe. Digo eu.
-Tudo bem. Eu vim cá dizer-lhe para se preparar que a sua alta esta pronta, vou agora busca-la para rubrica-la. Volta já. Diz o doutor.
-Ok. Muito obrigado doutor. Eu vou preparar-me. Digo eu.
-Ok. Diz o doutor afastando-se.
Depois de ele se ir embora eu fecho a porta e encosto-me a ela, logo de seguida aparece o Tom que corre para mim, me abraça e me beija.
- És tão linda! Adoro-te! Diz o Tom.
-Eu acho que ele não acreditou muito, mas também não quis fazer mais perguntas. Digo eu sorrindo.
-Não interessa. Quando ele chegar e me vir aqui, eu posso dizer que cheguei enquanto ele tinha ido buscar a tua alta. Diz o Tom.
-Parece-me bem! Digo eu beijando-o. Agora preciso de me arranjar.
-Ok. Eu espero por ti aqui. Diz o Tom.  

Continua!

Espero que gostem do 11º Capitulo!!!
Beijinhos***

domingo, 24 de janeiro de 2010

Os sonhos concretizam-se

10º Capitulo:

-Assim! Digo eu agarrando-lhe na mão e chegando-o mais para mim. Ele percebe o que é que eu quero e continua a aproximar-se devagar, coloca a sua mão esquerda na minha face e toca suavemente com os seus lábios nos meus, beijando-me com suavidade e carinho, aí descobri que ele sentia o mesmo que eu sentia por ele, então coloquei os meus braços ao redor do pescoço dele e aí o nosso beijo tornou-se mais rápido e furioso. Ele ao mesmo tempo que nos estávamos a beijar sentou-se a beira da cama para poder-mos estar ao mesmo nível, as coisas estavam a aquecer e ele desceu a sua mão da minha face até á minha cintura, onde ele desejava tocar desde que me tinha conhecido, mas quando ele ia avançar mais bateram á porta e entraram, nós muito atrapalhados descolamo-nos e automaticamente levamos a mão á boca. A Marisa e o Bill quando entraram repararam que alguma coisa tinha acontecido e que tinham interrompido, com isso trocaram olhares, mas não ligaram ao sucedido.
-Então miga? Como é que estas? Pergunta a Marisa.
- (silencio). Agora melhor! Digo eu olhando para o Tom.
-Ainda bem! Fiquei tão aflita, nem imaginas. Diz a Marisa.
-Não te preocupes. Eu agora estou bem e tudo graças ao meu salvador! Digo eu olhando novamente para o Tom.
-Muito obrigada Tom por teres salvado a Rita! Agradece a Marisa.
-De nada! Faria tudo outra vez! Afirma o Tom olhando para mim.
-Bom… quando é que saio daqui? Pergunto eu ansiosa.
-Bom mana… o médico diz que é melhor ficares aqui até amanhã. Diz a Marisa.
-yh a serio? Marisa, tu sabes que eu não gosto nada de hospitais. Digo eu.
-Eu sei linda, mas tem de ser. Ele diz que amanhã de manhã te dá a alta. Diz a Marisa.
-Então porque é que não dá hoje? Pergunto eu.
-Vá lá Rita, não sejas teimosa. Diz a Marisa.
-Ok ok. Digo eu virando a cara.
-Bom mana, nós vamos voltar para o Hotel e amanhã bem cedo estamos aqui para te vir buscar ok? Pergunta a Marisa.
-Ok. Por mim tudo bem. Digo eu.
-Ok, então até amanhã! Dorme bem! Diz a Marisa.
-Xau. Digo eu.
Depois saem todos e lá fora eles conversam todos entre si.
-Bom… Tom agora entre nós, ela está bem não está? Pergunta a Marisa.
-Sim, ela está bem! Está melhor do que nós. Diz o Tom na brincadeira.
-Ok, ainda bem! Estava mesmo assustada. Diz a Marisa.
-Bom… Vamos? Pergunta o Bill.
-Vão vocês, eu fico. Diz o Tom.
-Mas porque? Pergunta o Bill.
-Não a quero deixar sozinha ok? Pergunta o Tom.
-Ok tudo bem. Diz o Bill.
-Assim sinto-me melhor Bill, com o Tom aqui. Deixa-o ficar. Diz a Marisa.
-Eu deixo. Ele já tem idade suficiente para fazer o que quer. Diz o Bill.
Riem-se todos.
-Bom até amanhã. Se acontecer alguma coisa avisa, seja á hora que for. Diz a Marisa.
-Ok, eu aviso, não se preocupem. Diz o Tom.
-Xau. Diz a Marisa.
-Xau mano. Diz o Bill
-Adeus. Diz o Tom pós dois.
O Tom entra de novo no meu quarto onde eu me encontrava a dormir. Ele chega-se ao pé de mim tentando não fazer muito barulho e começa a olhar para mim, relembrando o que tinha acontecido antes do seu irmão e a Marisa terem entrado. Tinha um pequeno brilho nos olhos e logo de seguida coloca a sua mão direita no meu rosto, fazendo-me festas circulares com o dedo indicador. Depois disso vai buscar uma cadeira que se encontra ao pé da porta e coloca-a ao pé da minha cama, senta-se e agarra na minha mão dando-lhe um beijo suave, mas como eu tenho um sono muito leve, qualquer coisa me acorda, eu despertei.
-É só aí que desejas beijar? Pergunto eu.
-O que? Pergunta o Tom.
-sabes uma coisa Tom? Nunca foi pessoa de deixar coisas por fazer! Digo eu.
-O que queres dizer com isso? Pergunta o Tom.
-Que sou como tu. Se posso fazer hoje para que deixar para amanhã?! Digo eu.
-Continuo sem perceber. Diz o Tom fazendo de conta que não estava a perceber.
Olhei para ele pelo canto dos olhos. Ele olha para mim e mordisca o lábio inferior, eu levanto-me da cama e dirijo-me até á porta rodando a chave e fechando a porta.
Ele sorri com ar de perverso e vem andando até mim em pequenos passos, eu faço o mesmo e quando estamos os dois frente-a-frente, ele sobe as suas mãos até as minhas ancas e começa a aproximar-se do meu rosto.
-Tens a certeza disto, não tens? Pergunta o Tom.
-Certeza como eu ser tua fã! Não imaginas como eu esperei por isto! Digo eu sorrindo.
Então, ele coloca uma das suas mãos nas minhas costas e num movimento brusco puxa-me para si e começa a beijar-me o pescoço e de seguida passa para a minha boca, onde me agarra com força e invade a minha boca com a sua língua. Ele começou a despir a bata (a que os doentes vestem) que eu tinha vestido e colocou a sua mão esquerda por baixo da mesma e muito lentamente retirou-a e deixou-me completamente nua, com muita suavidade ele passava as suas mãos pelo meu corpo nu, depois de ele perceber que eu estava a ficar sem fôlego parou de me beijar, e de seguida passou para o meu pescoço e lá ele beijo-me e deu-me pequenas mordidelas, com isso eu puxei-o para cima de mim e ambos nos deitamos na cama. Ele estava a deixar-me louca com aqueles beijos doces, mas furiosos ao mesmo tempo. Eu sabia que ele tinha a fama de garanhão, mas nunca ninguém me tinha tirado da cabeça que ele no fundo era doce e meigo e eu estava a comprovar isso agora mesmo. Quando despertei dos meus pensamentos ele estava a passar os seus lábios pelos meus seios e eu dava pequenos gemidos de loucura, até que ele foi descendo até á minha barriga, e foi beijando devagar e suavemente pelos sítios por onde passava. Mas eu não queria só beijos doces e suaves, eu queria que os nossos corpos se unissem num só e que ele me possuí-se até alcançar o êxtase. Com isso eu resolvi tomar o controlo e coloquei-me por cima dele e beijei-o. Mas como ele tinha o dobro da minha força ele conseguiu colocar-se de novo na liderança, eu não tenho a certeza, mas acho que vi o Tom deitar um sorriso de vencedor quando voltou a estar em cima de mim. Ele continuou a beijar-me, e ao mesmo tempo abriu-me as pernas e penetrou-me sem dó nem piedade, ele entrou e saiu de dentro de mim uma vez, duas vezes e várias vezes, com esse acto eu comecei a gemer, a gemer muito até que ele me tapou a boca com a sua mão para eu não gritar tão alto, eu não me podia esquecer que estava num hospital, ai dei-me conta que eu só podia estar louca em estar a ter relações sexuais numa cama de hospital, mas neste momento eu não podia, nem queria parar por isso, abstrai-me dos meus pensamentos e continuei o que estava a fazer. Eu continuava a gemer, mas agora mais baixo para que ninguém ouvisse, o Tom continuava a penetrar-me, ele tinha a pele molhada, estava a transpirar. Eu queria senti-lo mais fundo e as minhas mãos como se tivesse vontade própria deslocaram-se até às sua costas e com as minhas unhas arranho-lhe as costas, de seguida desloco as minhas mãos levemente até á sua anca e pressiono-a com força para mim, ele percebe o meu sinal e penetra-me com mais força e rapidez, eu nesse momento tenho vontade de “subir” às paredes e para que o seu membro me penetra-se com mais força eu abri mais as minhas pernas, ele entrou e saiu de dentro de mim varias vezes, mas desta vez com mais força. Depois de ele me penetrar vezes sem conta finalmente chegamos ambos ao clímax. Ambos estávamos com os corpos suados e com as respirações alteradas e como a cama era pequena para nós os dois cabermos lá, ele teve que continuar por cima de mim. A respiração dele é acelerada e muito profunda e a minha também, ambos estamos super cansados. Ele afunda o seu rosto no meu pescoço e o ar que sai do seu nariz e da sua boca provoca-me um arrepio na pele, e isso provocou-me uma grande satisfação. Quando a minha respiração começou a ficar mais controlada deu-me uma grande vontade de repetir tudo outra vez, mas desta vez não queria que fosse ali, então lembrei-me que o meu quarto tinha casa de banho, tentei escorregar para fora da cama e coloquei-me de pé, ele virou-se e começou a olhar para o meu corpo nu apreciando as minhas curvas bem delineadas. Eu num movimento suave levei a minha mão na sua direcção. Ele olhou para ela e depois para mim.
-Onde é que queres ir? Pergunta-me o Tom.
-Confia em mim e vem! Digo eu.
Ele deposita a sua mão na minha e puxo a sua mão fazendo com que ele se levante e que fiquemos os dois frente a frente completamente nus. Agarrando ainda na sua mão viro-lhe costas e dirijo-me para a porta da casa de banho.
-O que tens em mente? Pergunta o Tom olhando com aquele olhar perverso que eu tanto gosto e mordendo o lábio inferior. 

Continua!

Posto agora o 10º Capitulo, espero que gostem!
Este tem as esperadas canas que toda a gente gosta de ler xDD
Beijinhos***
[Espero que gostes Ren xD]

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Os sonhos concretizam-se

9º Capitulo:


-A Rita está de baixo de água já á muito tempo. Eu já mergulhei, mas não a encontro. Diz o Tom desesperado.
-Tom pelo que é mais sagrado mergulha de novo e procura. Ela não pode estar longe, mergulha mais fundo sei lá. Diz a Marisa nervosa.
O Tom depois de ouvir a Marisa, respira novamente fundo e mergulha, mas agora mais fundo, ele continua a minha procura, até que por instinto ele olhou para trás de si e lá estava eu, já inconsciente a boiar na água, ele vira-se para trás e corre ao meu auxílio para me salvar. Quando chega a mim ele coloca o seu braço a volta da minha cintura e com o outro nada para a margem da praia onde estava a Marisa e o Bill á nossa espera. O Tom estava feliz por me ter encontrado, mas tinha medo que eu tivesse engolido muita água, e ele sabia que se a água não fosse tirada a tempo eu poderia morrer. Quando ele chegou a beira da água colocou-me nos seus braços e dando “pontapés” na água, ela desviava-se dele para os lados. Entre tanto, quando chegou finalmente ao pé da Marisa e do Bill, eu estava ainda inconsciente nos seus braços. A Marisa chegou-se ao pé de mim e olhou-me com cara de aflição, ela queria tocar-me, mas estava receosa de o fazer. O Tom estava super aflito e diz:
-Depressa! Chamem uma ambulância!
-Ok. Eu trato disso. Diz o Bill.
Esse corre até ao segurança que estava com eles e na sua língua pede-lhe que chame uma ambulância urgentemente. Depois disso volta para ao pé de nós.
-Tom coloca-a na toalha. Diz a Marisa.
-Ok. Diz o Tom levando-me ao colo até a toalha.
O Tom e a Marisa ajoelham-se e ele coloca-me sobre a sua toalha, porque era a única que se encontrava mais perto.
-Tom… não achas melhor fazer-lhe respiração boca-a-boca para retirar-lhe o excesso da água nos seus pulmões? Pergunta a Marisa.
-Achas? Pergunta o Tom.
-Eu acho que sim. Sei lá se ela aguenta? Não, nem quero pensar nisso, temos de tirar a água dos pulmões dela, ela não pode morrer. Diz a Marisa.
-Não digas isso nem a brincar. Ela não vai morrer! Diz o Tom. Não agora. Não te posso perder desta maneira. Diz o Tom tão baixinho que aposto que a Marisa não ouviu nada.
-Vai Tom despacha-te! Diz a Marisa.
-Rita… aguenta, por favor! Diz o Tom curvando-se e fazendo-lhe respiração boca-a-boca.
Passado algum tempo, ouve-se a sirene da ambulância a aproximar-se. O Bill, quando a carrinha pára frente a ele, ele dá indicações aos médicos e enfermeiros de onde é que eu me situo-o, e eles tiram a maca e transportam-na até mim. Quando chegam ao pé de mim, eles colocam a mascara de oxigénio na minha boca e colocam-me em cima da maca transportando-me de novo para a ambulância.
Chegando ao pé da carrinha um dos médicos perguntou quem poderia acompanhar-me na ambulância até ao hospital.
-Eu posso ir?! Diz o Tom nervoso.
-Tom… Devias deixar ir a Marisa, ela é a melhor amiga da Rita. Diz o Bill.
-Mas… diz o Tom.
-Deixa estar Bill, deixa-o ir com ela. Diz a Marisa olhando para o Tom.
-Não te importas? Perguntou o Tom.
-Não. Vai lá. Ela vai ficar mais feliz se te vir a ti do que a mim. Diz a Marisa piscando o olho ao Tom.
- (sorriu). Obrigada! Diz o Tom entrando dentro da ambulância.
O condutor da ambulância fecha as portas traseiras e corre até á sua porta, entra, liga a sirene e arranca com velocidade. Lá dentro o Tom agarra a minha mão, ele já tinha soltado algumas lágrimas, mas tinha a sua respiração controlada.
-Não morras! Por favor, não morras! Diz o Tom encostando a sua testa á minha mão.
Eu estava inconsciente, mas por milagre eu aperto-lhe a mão muito suavemente e ele eleva a sua testa e olha para mim com os olhos a brilhar. A sua esperança tinha reacendido de novo, e mesmo não mostrando com um sorriso, mostrou com o olhar, ele estava feliz. Quando chegamos ao hospital, eu fui transportada para uma sala onde me retiraram a restante água que tinha no meu organismo, quando finalmente eu acordei transferiram-me para um quarto.
-Doutor… como é que ela está? Pergunta o Tom preocupado.
-Está bem! Não se preocupe, ela já está acordada. Diz o doutor.
-A serio?! Diz o Tom aliviado. Posso ir vela? Pergunta o Tom.
-Pode claro! Afirma o doutor.
-Obrigada doutor! Diz o Tom.
-Nós não fizemos nada. Você é que lhe fez a 1ªassistencia, por isso agradeça a si próprio. Diz o Doutor.
-Oh… Eu não fiz nada. Se fosse preciso faria tudo outra vez. Diz o Tom.
-Deve gostar muito dela?! Diz o doutor.
- (silencio). Posso ir vela? Pergunta o Tom novamente para mudar de assunto.
-Pode claro! Diz o doutor.
-Obrigada! Diz o Tom correndo pelo corredor.
Quando o Tom chega á porta do meu quarto respira fundo e bate ao de leve.
-Posso? Pergunta o Tom
Eu estava com os olhos fechados e com a cabeça vira para o lado oposto da porta, e assim fiquei, não me mexi, não abri os olhos, mas mesmo assim respondi-lhe.
-Podes. Digo eu com um tom de voz triste.
-Estas bem? Pergunta o Tom entrando para dentro das quatro paredes.
-Acho que sim. Digo eu.
-Ainda bem. Fico muito feliz por isso! Diz o Tom dando um sorriso tímido.
-Ah… Tom? Chamo eu.
-Sim! Diz o Tom.
- (silencio) Obrigada por me teres salvado. Digo eu virando o meu rosto em direcção ao dele.
-De nada! Faria tudo outra vez, se fosse preciso. Diz ele sorrindo para mim.
Depois de ele ter dito aquilo eu sorri de volta, e como já estava a doer-me um pouco as costas levantei-me para me poder sentar na cama, mas eu ainda estava com umas pequenas dores na perna direita e custou sentar-me, então ele muito preocupado ao ver que tinha dores correu para mim e ajudou-me a sentar na cama.
-Obrigada! Digo eu respirando fundo.
-De nada! Diz o Tom sorrindo. Estou aqui para o que precisares.
-Obrigada! Vou cobrar. Digo eu dando uma gargalhada.
Ele sorri quando eu faço aquela afirmação e ainda por cima dando uma gargalhada.
-Estou tão feliz por estares bem! Diz ele.
- (sorri) Se estou aqui é graças a ti, só a ti! Digo eu.
-Não digas isso. Eu faria isto por qualquer pessoa que estivesse na mesma situação que tu. Diz o Tom.
-E será que dirias á outra pessoa o que me disseste? Pergunto eu.
-Como assim? Não estou a perceber. Diz o Tom confuso.
-Tom… Quando eu entrei para a ambulância eu ainda estava inconsciente, mas depois… não sei como, quando me deste a mão eu voltei a mim. Mas quando eu senti o teu cheiro, eu soube que eras tu automaticamente, então decidi não abrir os olhos e ver o que irias fazer ou dizer. Digo eu olhando nos olhos dele.
-Então tu…? Diz o Tom atrapalhado.
-Sim Tom! Eu ouvi tudo o que disseste e no meu ponto de vista se fosse outra pessoa tu não dirias aquilo pois não? Ou estou enganada? Pergunto eu.
- (respira fundo) Não, não estas. Diz ele aproximando-se de mim.
-Então… porque é que disseste aquilo? Porque eu senti muita força no que disseste, e o meu coração disse-me que tu estavas a ter um sentimento diferente. Será que ele me enganou? Pergunto eu.
- (silencio). Não, não se enganou. Eu naquele momento não sei explicar o que senti, foi diferente, foi um sentimento que eu nunca tinha sentido, eu não sei explicar o que é. Explica ele.
-Será que… Posso ajudar-te a descobrir esse sentimento? Pergunto eu.
-Podes, mas como? Pergunta ele admirado.

Continua!

Fica aqui mais um capitulo, 9º Capitulo.
Espero que gostem!!!
Ren... como e ke adivinhas.te??
Beijinho***