11º Capitulo:
Eu deitei um leve sorriso e levei-o para a casa de banho. Lá dentro voltei-me de frente para ele e envolvi os meus braços á volta do seu pescoço e seduzi-o com o meu olhar. Com isso ele agarrou-me nas ancas e começou a puxar-me para trás onde se encontrava o duche, esse tinha uma porta simplesmente em vidro. O Tom enquanto agarrava as minhas ancas beijava-me com muito fervor. Comecei a pensar enquanto as nossas línguas dançavam ao mesmo ritmo, pensava em como é que o meu maior sonho se tinha concretizado e mais ainda, como era possível ele estar a sentir o mesmo que eu, pelo menos era o que eu pensava, e acho que o que eu estava a sentir em relação a ele gostar de mim não era mentira. Quando acordei dos meus pensamentos ele tinha a sua mão direita posta na porta de vidro, pronto para a abrir já eu continuava a beija-lo e ele correspondia sem pensar em mais nada. Ao abrir a porta de vidro ele pegou-me ao colo e eu arqueei as minhas pernas e cruzei-as a volta da cintura dele, ele entrou comigo lá para dentro e abriu a torneira para o lado quente, enquanto a água quente entrava em contacto com a nossa pele eu continuava a beija-lo, mas ao mesmo tempo passava-lhe as minhas mãos pelas costas, a água quente em contacto com a nossa pele estava a provocar-nos uma sensação de êxtase o que fez com que o seu membro fica-se erecto e me volta-se a penetrar. Ele ao fazer-me aquilo senti-me desejada e uma força que eu nunca tinha sentido cresceu dentro de mim e enquanto ele me penetrava as nossas respirações iam ficando mais agressivas e eu estava com um desejo tão grande dentro de mim que tinha de a meter cá para fora, mas eu não sabia como, beijei-o e cravei as minhas unhas nas suas costas.
Porque é que fui cravar as minhas unhas nas costas dele? Sou mesmo estúpida, ainda fui fazer pior.
Ele ao cravar-lhe as minhas unhas nas suas costas começou a penetrar com muito mais forca e velocidade, o desejo que eu tinha e que já tinha baixado um bocadinho por causa de lhe ter cravado as unhas nas costas aumentou, e aumentou cada vez mais. Eu não podia fazer nada, qualquer coisa que eu fixe-se neste momento só ia fazer com que o seu desejo aumenta-se mais.
As nossas respirações estavam cada vez mais ofegantes e nós estávamos quase a chegar ao auge quando de repente ouvi-mos alguém a bater a porta, mas como é óbvio nós não liga-mos e continuamos o que estávamos a fazer, mas de repente eu dei-me conta de um pequeno pormenor.
-Tom… Digo agarrando na sua cara com as duas mãos.
-Sim?! Diz o Tom respirando fundo no meu pescoço.
-Estão a bater á porta. Digo com a minha respiração a voltar ao normal.
-E depois?? Diz o Tom.
-Tom… Olha para mim?! Digo.
Ele olha para mim com a cara e o corpo todo molhado e respirando apenas pela boca por causa do cansaço.
-Nós não estamos nem em casa, nem no hotel… estamos num hospital. Digo dando uma gargalhada dando-me conta finalmente do que tinha feito.
- (Gargalhada) Pois é! Tens razão! Diz novamente dando gargalhadas.
- Não te rias?! E agora??? Tenho de ir abrir a porta. Digo olhando para ele.
-Então, qual é o problemas? Abres. Diz ele.
-Aí é?? Como é que eu vou abrir a porta contigo cá dentro? Pergunto.
-Abre! Ele não me vai ver. Eu fico cá dentro da casa de banho e quando ele for embora eu saio. Diz ele.
-Ok. Digo não muito confiante.
Depositei-lhe um beijo nos lábios e saí do duche, colocando um robe em redor do meu corpo, enquanto isso ele olhava para mim com todo aquele desejo que tinha nos seus olhos e eu aproximei-me ao velo.
-Aguentas mais umas horas? Pergunto sorrindo e olhando no fundo dos seus olhos.
-Desculpa? Diz o Tom não percebendo a minha pergunta.
- (sorri) Se aguentas mais umas horas esse desejo todo que tens nos olhos, esse poder todo que tem por me possuir? Pergunto olhando nos olhos dele.
-Ah… claro que aguento, mas vai ser muito difícil. Diz ele sorrindo.
-Pois… imagino, para vocês é muito difícil interromper ou aguentar esse desejo todo. Digo triste.
-Não é isso, minha linda. Diz ele.
Aí meu deus! Ele disse “minha linda”!
-Então é o que? Pergunto.
-É que… cada vez que te vejo deixas-me louco, por isso não vai ser muito difícil recuperar todo este desejo. Diz ele sorrindo.
-A serio?! Pergunto.
-claro! Logo retomamos. Diz ele no meio de uma gargalhada.
Eu sorri e dei-lhe um valente beijo nos lábios, depois dos nossos lábios se separarem eu olhei nos seus olhos e quebrei o silêncio.
-Tom…?! Digo suspirando.
-Diz?! Diz ele olhando bem no fundo dos meus olhos.
-AMO-TE! AMO-TE MUITO! Digo com os olhos a brilhar.
O Tom fica em estado de choque por uns segundos a olhar para mim e com isso eu agarro na sua cara com as duas mãos e beijo-o apaixonadamente. Quando o beijei ele não retribui porque ainda estava em choque, mas depois de voltar ao normal envolveu os seus braços a volta da minha cintura, puxou-me para cima e começou às voltas comigo e ao mesmo tempo beijava-me loucamente. O que eu sinto neste momento é inexplicável, sinto-me imensamente feliz! Depois disso ele volta a colocar-me no chão e dá-me um último beijo.
-Até já! Digo eu.
-Até já… meu amor! Diz ele com um sorriso meigo.
-O que? Pergunto eu.
Ele sorri, olhando no fundo dos meus olhos e repete o que era musica para os meus ouvidos.
-Meu amor! Repete ele.
-Aí, eu amo-te tanto Tom! Digo eu abraçando-o e dando-lhe um suave beijo nos lábios.
Enquanto isso o doutor do outro lado da porta do meu quarto continuava a bater e como eu ainda não tinha respondido nem aberto a porta ele estava com medo que tivesse acontecido alguma coisa. Quando ele ia chamar o segurança para arrombar a porta abri-a e lá estava ele mesmo á minha frente com cara de poucos amigos, ele estava mesmo muito chateado comigo.
-Desculpe ter demorado tanto. Digo eu arrependida.
-E porque é que demorou tanto? Pergunta o doutor.
-Porque hoje acordei muito bem-disposta, com uma enorme vontade de sair daqui! Digo eu gozando com ele.
-E o que é que tem isso a ver com a porta fechada? Pergunta o doutor.
-É que… Digo pensando em qualquer coisa. Adoro tomar banho logo pela manhã e desde de pequena que fecho a porta do meu quarto para poder ficar mais á vontade. Digo receosa de ele não acreditar.
-hum… que seja. Diz o doutor não acreditando lá muito.
-Obrigada e desculpe. Digo eu.
-Tudo bem. Eu vim cá dizer-lhe para se preparar que a sua alta esta pronta, vou agora busca-la para rubrica-la. Volta já. Diz o doutor.
-Ok. Muito obrigado doutor. Eu vou preparar-me. Digo eu.
-Ok. Diz o doutor afastando-se.
Depois de ele se ir embora eu fecho a porta e encosto-me a ela, logo de seguida aparece o Tom que corre para mim, me abraça e me beija.
- És tão linda! Adoro-te! Diz o Tom.
-Eu acho que ele não acreditou muito, mas também não quis fazer mais perguntas. Digo eu sorrindo.
-Não interessa. Quando ele chegar e me vir aqui, eu posso dizer que cheguei enquanto ele tinha ido buscar a tua alta. Diz o Tom.
-Parece-me bem! Digo eu beijando-o. Agora preciso de me arranjar.
-Ok. Eu espero por ti aqui. Diz o Tom.
Continua!
Espero que gostem do 11º Capitulo!!!
Beijinhos***
AWWWW QUE COISINHA MAIS FOFINHA!!!! *.*
ResponderEliminarOpaaaaaaaaaa tão cutes! *O*
'Meu amor' aww so süüuss!! ♥
Ok Ren calma! xD
opa mas vocês são mesmo fofinhos! *.*
quero ver a continuação!! :D
este Tom é um amor! ♥ :DD
beijinhoos ♥♥♥