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domingo, 24 de janeiro de 2010

Os sonhos concretizam-se

10º Capitulo:

-Assim! Digo eu agarrando-lhe na mão e chegando-o mais para mim. Ele percebe o que é que eu quero e continua a aproximar-se devagar, coloca a sua mão esquerda na minha face e toca suavemente com os seus lábios nos meus, beijando-me com suavidade e carinho, aí descobri que ele sentia o mesmo que eu sentia por ele, então coloquei os meus braços ao redor do pescoço dele e aí o nosso beijo tornou-se mais rápido e furioso. Ele ao mesmo tempo que nos estávamos a beijar sentou-se a beira da cama para poder-mos estar ao mesmo nível, as coisas estavam a aquecer e ele desceu a sua mão da minha face até á minha cintura, onde ele desejava tocar desde que me tinha conhecido, mas quando ele ia avançar mais bateram á porta e entraram, nós muito atrapalhados descolamo-nos e automaticamente levamos a mão á boca. A Marisa e o Bill quando entraram repararam que alguma coisa tinha acontecido e que tinham interrompido, com isso trocaram olhares, mas não ligaram ao sucedido.
-Então miga? Como é que estas? Pergunta a Marisa.
- (silencio). Agora melhor! Digo eu olhando para o Tom.
-Ainda bem! Fiquei tão aflita, nem imaginas. Diz a Marisa.
-Não te preocupes. Eu agora estou bem e tudo graças ao meu salvador! Digo eu olhando novamente para o Tom.
-Muito obrigada Tom por teres salvado a Rita! Agradece a Marisa.
-De nada! Faria tudo outra vez! Afirma o Tom olhando para mim.
-Bom… quando é que saio daqui? Pergunto eu ansiosa.
-Bom mana… o médico diz que é melhor ficares aqui até amanhã. Diz a Marisa.
-yh a serio? Marisa, tu sabes que eu não gosto nada de hospitais. Digo eu.
-Eu sei linda, mas tem de ser. Ele diz que amanhã de manhã te dá a alta. Diz a Marisa.
-Então porque é que não dá hoje? Pergunto eu.
-Vá lá Rita, não sejas teimosa. Diz a Marisa.
-Ok ok. Digo eu virando a cara.
-Bom mana, nós vamos voltar para o Hotel e amanhã bem cedo estamos aqui para te vir buscar ok? Pergunta a Marisa.
-Ok. Por mim tudo bem. Digo eu.
-Ok, então até amanhã! Dorme bem! Diz a Marisa.
-Xau. Digo eu.
Depois saem todos e lá fora eles conversam todos entre si.
-Bom… Tom agora entre nós, ela está bem não está? Pergunta a Marisa.
-Sim, ela está bem! Está melhor do que nós. Diz o Tom na brincadeira.
-Ok, ainda bem! Estava mesmo assustada. Diz a Marisa.
-Bom… Vamos? Pergunta o Bill.
-Vão vocês, eu fico. Diz o Tom.
-Mas porque? Pergunta o Bill.
-Não a quero deixar sozinha ok? Pergunta o Tom.
-Ok tudo bem. Diz o Bill.
-Assim sinto-me melhor Bill, com o Tom aqui. Deixa-o ficar. Diz a Marisa.
-Eu deixo. Ele já tem idade suficiente para fazer o que quer. Diz o Bill.
Riem-se todos.
-Bom até amanhã. Se acontecer alguma coisa avisa, seja á hora que for. Diz a Marisa.
-Ok, eu aviso, não se preocupem. Diz o Tom.
-Xau. Diz a Marisa.
-Xau mano. Diz o Bill
-Adeus. Diz o Tom pós dois.
O Tom entra de novo no meu quarto onde eu me encontrava a dormir. Ele chega-se ao pé de mim tentando não fazer muito barulho e começa a olhar para mim, relembrando o que tinha acontecido antes do seu irmão e a Marisa terem entrado. Tinha um pequeno brilho nos olhos e logo de seguida coloca a sua mão direita no meu rosto, fazendo-me festas circulares com o dedo indicador. Depois disso vai buscar uma cadeira que se encontra ao pé da porta e coloca-a ao pé da minha cama, senta-se e agarra na minha mão dando-lhe um beijo suave, mas como eu tenho um sono muito leve, qualquer coisa me acorda, eu despertei.
-É só aí que desejas beijar? Pergunto eu.
-O que? Pergunta o Tom.
-sabes uma coisa Tom? Nunca foi pessoa de deixar coisas por fazer! Digo eu.
-O que queres dizer com isso? Pergunta o Tom.
-Que sou como tu. Se posso fazer hoje para que deixar para amanhã?! Digo eu.
-Continuo sem perceber. Diz o Tom fazendo de conta que não estava a perceber.
Olhei para ele pelo canto dos olhos. Ele olha para mim e mordisca o lábio inferior, eu levanto-me da cama e dirijo-me até á porta rodando a chave e fechando a porta.
Ele sorri com ar de perverso e vem andando até mim em pequenos passos, eu faço o mesmo e quando estamos os dois frente-a-frente, ele sobe as suas mãos até as minhas ancas e começa a aproximar-se do meu rosto.
-Tens a certeza disto, não tens? Pergunta o Tom.
-Certeza como eu ser tua fã! Não imaginas como eu esperei por isto! Digo eu sorrindo.
Então, ele coloca uma das suas mãos nas minhas costas e num movimento brusco puxa-me para si e começa a beijar-me o pescoço e de seguida passa para a minha boca, onde me agarra com força e invade a minha boca com a sua língua. Ele começou a despir a bata (a que os doentes vestem) que eu tinha vestido e colocou a sua mão esquerda por baixo da mesma e muito lentamente retirou-a e deixou-me completamente nua, com muita suavidade ele passava as suas mãos pelo meu corpo nu, depois de ele perceber que eu estava a ficar sem fôlego parou de me beijar, e de seguida passou para o meu pescoço e lá ele beijo-me e deu-me pequenas mordidelas, com isso eu puxei-o para cima de mim e ambos nos deitamos na cama. Ele estava a deixar-me louca com aqueles beijos doces, mas furiosos ao mesmo tempo. Eu sabia que ele tinha a fama de garanhão, mas nunca ninguém me tinha tirado da cabeça que ele no fundo era doce e meigo e eu estava a comprovar isso agora mesmo. Quando despertei dos meus pensamentos ele estava a passar os seus lábios pelos meus seios e eu dava pequenos gemidos de loucura, até que ele foi descendo até á minha barriga, e foi beijando devagar e suavemente pelos sítios por onde passava. Mas eu não queria só beijos doces e suaves, eu queria que os nossos corpos se unissem num só e que ele me possuí-se até alcançar o êxtase. Com isso eu resolvi tomar o controlo e coloquei-me por cima dele e beijei-o. Mas como ele tinha o dobro da minha força ele conseguiu colocar-se de novo na liderança, eu não tenho a certeza, mas acho que vi o Tom deitar um sorriso de vencedor quando voltou a estar em cima de mim. Ele continuou a beijar-me, e ao mesmo tempo abriu-me as pernas e penetrou-me sem dó nem piedade, ele entrou e saiu de dentro de mim uma vez, duas vezes e várias vezes, com esse acto eu comecei a gemer, a gemer muito até que ele me tapou a boca com a sua mão para eu não gritar tão alto, eu não me podia esquecer que estava num hospital, ai dei-me conta que eu só podia estar louca em estar a ter relações sexuais numa cama de hospital, mas neste momento eu não podia, nem queria parar por isso, abstrai-me dos meus pensamentos e continuei o que estava a fazer. Eu continuava a gemer, mas agora mais baixo para que ninguém ouvisse, o Tom continuava a penetrar-me, ele tinha a pele molhada, estava a transpirar. Eu queria senti-lo mais fundo e as minhas mãos como se tivesse vontade própria deslocaram-se até às sua costas e com as minhas unhas arranho-lhe as costas, de seguida desloco as minhas mãos levemente até á sua anca e pressiono-a com força para mim, ele percebe o meu sinal e penetra-me com mais força e rapidez, eu nesse momento tenho vontade de “subir” às paredes e para que o seu membro me penetra-se com mais força eu abri mais as minhas pernas, ele entrou e saiu de dentro de mim varias vezes, mas desta vez com mais força. Depois de ele me penetrar vezes sem conta finalmente chegamos ambos ao clímax. Ambos estávamos com os corpos suados e com as respirações alteradas e como a cama era pequena para nós os dois cabermos lá, ele teve que continuar por cima de mim. A respiração dele é acelerada e muito profunda e a minha também, ambos estamos super cansados. Ele afunda o seu rosto no meu pescoço e o ar que sai do seu nariz e da sua boca provoca-me um arrepio na pele, e isso provocou-me uma grande satisfação. Quando a minha respiração começou a ficar mais controlada deu-me uma grande vontade de repetir tudo outra vez, mas desta vez não queria que fosse ali, então lembrei-me que o meu quarto tinha casa de banho, tentei escorregar para fora da cama e coloquei-me de pé, ele virou-se e começou a olhar para o meu corpo nu apreciando as minhas curvas bem delineadas. Eu num movimento suave levei a minha mão na sua direcção. Ele olhou para ela e depois para mim.
-Onde é que queres ir? Pergunta-me o Tom.
-Confia em mim e vem! Digo eu.
Ele deposita a sua mão na minha e puxo a sua mão fazendo com que ele se levante e que fiquemos os dois frente a frente completamente nus. Agarrando ainda na sua mão viro-lhe costas e dirijo-me para a porta da casa de banho.
-O que tens em mente? Pergunta o Tom olhando com aquele olhar perverso que eu tanto gosto e mordendo o lábio inferior. 

Continua!

Posto agora o 10º Capitulo, espero que gostem!
Este tem as esperadas canas que toda a gente gosta de ler xDD
Beijinhos***
[Espero que gostes Ren xD]

3 comentários:

  1. Rita, Rita! :O Isso não se faz!!
    No hospital? que rebeldes!! *.*
    continua que isto tá a aquecer 8D
    Beijinhoos (LL)


    p.s: não consigo entrar no msn ;-;

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  2. eu quero ver a continuaçãaaaoo!! *-*

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  3. eu não consigo entrar pq a minha net parece que se passa... xD
    mas acho que consigo ir ao ebuddy quando isso acontecer :D
    (LL)

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