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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Os sonhos concretizam-se

9º Capitulo:


-A Rita está de baixo de água já á muito tempo. Eu já mergulhei, mas não a encontro. Diz o Tom desesperado.
-Tom pelo que é mais sagrado mergulha de novo e procura. Ela não pode estar longe, mergulha mais fundo sei lá. Diz a Marisa nervosa.
O Tom depois de ouvir a Marisa, respira novamente fundo e mergulha, mas agora mais fundo, ele continua a minha procura, até que por instinto ele olhou para trás de si e lá estava eu, já inconsciente a boiar na água, ele vira-se para trás e corre ao meu auxílio para me salvar. Quando chega a mim ele coloca o seu braço a volta da minha cintura e com o outro nada para a margem da praia onde estava a Marisa e o Bill á nossa espera. O Tom estava feliz por me ter encontrado, mas tinha medo que eu tivesse engolido muita água, e ele sabia que se a água não fosse tirada a tempo eu poderia morrer. Quando ele chegou a beira da água colocou-me nos seus braços e dando “pontapés” na água, ela desviava-se dele para os lados. Entre tanto, quando chegou finalmente ao pé da Marisa e do Bill, eu estava ainda inconsciente nos seus braços. A Marisa chegou-se ao pé de mim e olhou-me com cara de aflição, ela queria tocar-me, mas estava receosa de o fazer. O Tom estava super aflito e diz:
-Depressa! Chamem uma ambulância!
-Ok. Eu trato disso. Diz o Bill.
Esse corre até ao segurança que estava com eles e na sua língua pede-lhe que chame uma ambulância urgentemente. Depois disso volta para ao pé de nós.
-Tom coloca-a na toalha. Diz a Marisa.
-Ok. Diz o Tom levando-me ao colo até a toalha.
O Tom e a Marisa ajoelham-se e ele coloca-me sobre a sua toalha, porque era a única que se encontrava mais perto.
-Tom… não achas melhor fazer-lhe respiração boca-a-boca para retirar-lhe o excesso da água nos seus pulmões? Pergunta a Marisa.
-Achas? Pergunta o Tom.
-Eu acho que sim. Sei lá se ela aguenta? Não, nem quero pensar nisso, temos de tirar a água dos pulmões dela, ela não pode morrer. Diz a Marisa.
-Não digas isso nem a brincar. Ela não vai morrer! Diz o Tom. Não agora. Não te posso perder desta maneira. Diz o Tom tão baixinho que aposto que a Marisa não ouviu nada.
-Vai Tom despacha-te! Diz a Marisa.
-Rita… aguenta, por favor! Diz o Tom curvando-se e fazendo-lhe respiração boca-a-boca.
Passado algum tempo, ouve-se a sirene da ambulância a aproximar-se. O Bill, quando a carrinha pára frente a ele, ele dá indicações aos médicos e enfermeiros de onde é que eu me situo-o, e eles tiram a maca e transportam-na até mim. Quando chegam ao pé de mim, eles colocam a mascara de oxigénio na minha boca e colocam-me em cima da maca transportando-me de novo para a ambulância.
Chegando ao pé da carrinha um dos médicos perguntou quem poderia acompanhar-me na ambulância até ao hospital.
-Eu posso ir?! Diz o Tom nervoso.
-Tom… Devias deixar ir a Marisa, ela é a melhor amiga da Rita. Diz o Bill.
-Mas… diz o Tom.
-Deixa estar Bill, deixa-o ir com ela. Diz a Marisa olhando para o Tom.
-Não te importas? Perguntou o Tom.
-Não. Vai lá. Ela vai ficar mais feliz se te vir a ti do que a mim. Diz a Marisa piscando o olho ao Tom.
- (sorriu). Obrigada! Diz o Tom entrando dentro da ambulância.
O condutor da ambulância fecha as portas traseiras e corre até á sua porta, entra, liga a sirene e arranca com velocidade. Lá dentro o Tom agarra a minha mão, ele já tinha soltado algumas lágrimas, mas tinha a sua respiração controlada.
-Não morras! Por favor, não morras! Diz o Tom encostando a sua testa á minha mão.
Eu estava inconsciente, mas por milagre eu aperto-lhe a mão muito suavemente e ele eleva a sua testa e olha para mim com os olhos a brilhar. A sua esperança tinha reacendido de novo, e mesmo não mostrando com um sorriso, mostrou com o olhar, ele estava feliz. Quando chegamos ao hospital, eu fui transportada para uma sala onde me retiraram a restante água que tinha no meu organismo, quando finalmente eu acordei transferiram-me para um quarto.
-Doutor… como é que ela está? Pergunta o Tom preocupado.
-Está bem! Não se preocupe, ela já está acordada. Diz o doutor.
-A serio?! Diz o Tom aliviado. Posso ir vela? Pergunta o Tom.
-Pode claro! Afirma o doutor.
-Obrigada doutor! Diz o Tom.
-Nós não fizemos nada. Você é que lhe fez a 1ªassistencia, por isso agradeça a si próprio. Diz o Doutor.
-Oh… Eu não fiz nada. Se fosse preciso faria tudo outra vez. Diz o Tom.
-Deve gostar muito dela?! Diz o doutor.
- (silencio). Posso ir vela? Pergunta o Tom novamente para mudar de assunto.
-Pode claro! Diz o doutor.
-Obrigada! Diz o Tom correndo pelo corredor.
Quando o Tom chega á porta do meu quarto respira fundo e bate ao de leve.
-Posso? Pergunta o Tom
Eu estava com os olhos fechados e com a cabeça vira para o lado oposto da porta, e assim fiquei, não me mexi, não abri os olhos, mas mesmo assim respondi-lhe.
-Podes. Digo eu com um tom de voz triste.
-Estas bem? Pergunta o Tom entrando para dentro das quatro paredes.
-Acho que sim. Digo eu.
-Ainda bem. Fico muito feliz por isso! Diz o Tom dando um sorriso tímido.
-Ah… Tom? Chamo eu.
-Sim! Diz o Tom.
- (silencio) Obrigada por me teres salvado. Digo eu virando o meu rosto em direcção ao dele.
-De nada! Faria tudo outra vez, se fosse preciso. Diz ele sorrindo para mim.
Depois de ele ter dito aquilo eu sorri de volta, e como já estava a doer-me um pouco as costas levantei-me para me poder sentar na cama, mas eu ainda estava com umas pequenas dores na perna direita e custou sentar-me, então ele muito preocupado ao ver que tinha dores correu para mim e ajudou-me a sentar na cama.
-Obrigada! Digo eu respirando fundo.
-De nada! Diz o Tom sorrindo. Estou aqui para o que precisares.
-Obrigada! Vou cobrar. Digo eu dando uma gargalhada.
Ele sorri quando eu faço aquela afirmação e ainda por cima dando uma gargalhada.
-Estou tão feliz por estares bem! Diz ele.
- (sorri) Se estou aqui é graças a ti, só a ti! Digo eu.
-Não digas isso. Eu faria isto por qualquer pessoa que estivesse na mesma situação que tu. Diz o Tom.
-E será que dirias á outra pessoa o que me disseste? Pergunto eu.
-Como assim? Não estou a perceber. Diz o Tom confuso.
-Tom… Quando eu entrei para a ambulância eu ainda estava inconsciente, mas depois… não sei como, quando me deste a mão eu voltei a mim. Mas quando eu senti o teu cheiro, eu soube que eras tu automaticamente, então decidi não abrir os olhos e ver o que irias fazer ou dizer. Digo eu olhando nos olhos dele.
-Então tu…? Diz o Tom atrapalhado.
-Sim Tom! Eu ouvi tudo o que disseste e no meu ponto de vista se fosse outra pessoa tu não dirias aquilo pois não? Ou estou enganada? Pergunto eu.
- (respira fundo) Não, não estas. Diz ele aproximando-se de mim.
-Então… porque é que disseste aquilo? Porque eu senti muita força no que disseste, e o meu coração disse-me que tu estavas a ter um sentimento diferente. Será que ele me enganou? Pergunto eu.
- (silencio). Não, não se enganou. Eu naquele momento não sei explicar o que senti, foi diferente, foi um sentimento que eu nunca tinha sentido, eu não sei explicar o que é. Explica ele.
-Será que… Posso ajudar-te a descobrir esse sentimento? Pergunto eu.
-Podes, mas como? Pergunta ele admirado.

Continua!

Fica aqui mais um capitulo, 9º Capitulo.
Espero que gostem!!!
Ren... como e ke adivinhas.te??
Beijinho***   

2 comentários:

  1. pq ele está a sentir algo por ti! :b
    awwww ele é tão querido contigooo! *-*
    vai haver senas hot's lalalala 8D
    beijinhos (L) *-*

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  2. ya ele é super educado! $: bué fofinho *O*
    (LL)

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